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09/02/2015

- Apenas 25% das brasileiras, que têm mais de 50 anos, estão em dia com a mamografia. O número preocupa porque o exame é extremamente importante para o diagnóstico precoce do câncer de mama, o tipo que mais mata mulheres no mundo todo.

 

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Mastologia, o número de mulheres que fazem o exame ainda é muito baixo. O último levantamento divulgado pela instituição mostra que menos de 25% das brasileiras entre 50 e 60 anos fizeram mamografia pelo Sistema Único de Saúde em 2013, número que representa apenas 30% do que é recomendado pela Organização Mundial de Saúde para mulheres acima de 50 anos.

 

A mamografia é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e é um exame que depende de indicação médica, como qualquer outro.

O profissional vai indicar a mamografia de acordo com o histórico familiar, a idade ou a suspeita de alguma alteração na mama da mulher. Para quem tem entre 50 e 69 anos, a recomendação é fazer o exame com mais regularidade, já que essa é a faixa de maior risco.


 

- Mas afinal de contas, o que significa axé music? Gênero, movimento musical, indústria? Na verdade, um pouco de tudo. Aos 30 anos, uma certeza: existem milhares de motivos para celebrar essa manifestação cultural que nasceu em Salvador. Para o doutor em Comunicação e Culturas Contemporâneas e estudioso do carnaval, Paulo Miguez, a axé music pode ser compreendida a partir do ponto de vista estético e mercadológico. Segundo ele, há uma outra forma de se pensar axé music, que é do ponto de vista do negócio que ela produziu: o carnaval. O marco zero do movimento iniciado oficialmente com Luiz Caldas é a partir do disco Magia, produzido na Bahia em 1985 e que atingiu a marca de 100 mil cópias vendidas no estado.

 

 “Axé”, era a gíria utilizada na época para enquadrar tudo que se classificava como brega. Já o complemento “music”, surgiu a partir da pretensão dos artistas daquele movimento em conquistar o mundo.

 

O axé comemora em 2015 30 anos!

 

 

- Um grupo de aprovados no concurso público da Polícia Civil, inspetores e escrivães, realizou um protesto no Parque da Redenção em Porto Alegre, no último domingo (8). Com cartazes nas mãos, cerca de 200 pessoas participaram de uma caminhada, reivindicando a nomeação. Os novos policiais foram aprovados em um concurso feito em 2013 e até gora não foram nomeados. No início do ano, foi publicado no Diário Oficial do Estado o decreto que prevê que novos concursos e nomeações de aprovados estão suspensos por um período de seis meses. Foi a primeira de uma série de medidas que devem ser adotadas pelo governador José Ivo Sartori para cortar gastos no Executivo.

 

A crise de representação segue se agravando no país. Uma pesquisa do Datafolha mostra que, desde dezembro de 2014, a porcentagem dos brasileiros que não tem partido político de preferência subiu de 61% para 71% – o maior patamar desde o início da série histórica em 1989. As infomações são do jornal Folha de São Paulo. A rejeição aos partidos já havia dado um salto em 2013 – durante os protestos de junho –, quando o índice passou de 55% para 64%. O crescimento do descrédito com os partidos acontece no momento em que as fraudes na Petrobras são reveladas pela Operação Lava-Jato e o pessimismo em relação a economia atinge o maior patamar desde 1997.

 

 

Núcleo de Comunicação

URI- Santiago


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